BENVINDO AO SÍTIO ÁGUA DA RAINHA !

Seja sempre benvindo ao Sitio! Em São Francisco de Paula vá até o Lago São Bernardo e siga pela estrada que passa por trás do Hotel Cavalinho Branco. Essa estrada pavimentada termina quando encontra a Estrada da Serra Velha, que é uma estrada rural de terra. Tome à esquerda a Estrada da Serra Velha e siga em frente até a próxima bifurcação, depois do sítio RINCÃO DAS CABRITAS numa curva em descida. Siga à esquerda novamente e vai encontrar a entrada do Sítio após uma curva à direita. Clique na aba LOCALIZAÇÃO abaixo e veja na foto aérea as marcações da estrada. Para conhecer o Sítio pela Internet clique aqui e acesse nosso site.

Molho Caprese para uma salada de massa

Tomates
Manjericão, só as folhas, graúdas
Alho
Azeite de oliva extra-virgem
Sal
Mozzarela de búfala

Descarte as sementes dos tomates e pique em cubos.;
Retire o núcleo do alho para evitar sabor amargo e pique bem miúdo (não esmague);
Misture tomate, alho e folhas de manjericão;
Tempere com sal e regue com azeite.
Deixe descansar por duas horas.

Use este molho frio em uma salada de massa, acrsecentando a mozzarela picada em cubos na hora. Use uma massa curta como pene liscie, farfalle ou ruote.

Se quiser em um prato quente, como um spaghetti ou talharim, aqueça o molho em banho-maria para que os ingredientes não se cozinhem.

Cuzcuz - como conhecemos nos Campos de Cima da Serra

O cuzcuz é uma comida mundial?

Em Paris, e por extensão em grande parte do mundo, encontramos dezenas de estabelecimentos especializados em "couscous". Trata-se do "couscous" marroquino feito com base em sêmola de trigo duro que para tanto tem uma moagem especial mais grossa. É um prato salgado com uma variedade de sabores que são os demais componentes da receita: frutos do mar, carnes, legumes etc ...

No Rio de Janeiro vende-se pelas ruas um cuzcuz feito com base na tapioca (goma da mandioca ralada e fermentada), côco e coberto com leite condensado. É um doce muito apreciado nos dias de praia.

Em nossa Região Serrana o cuzcuz não é um prato em si. Feito à base de farinha de milho, cozida no vapor, não é nem doce nem salgado, um acompanhamento para qualquer outra comida, mas sobretudo na primeira refeição do dia para dar "sustância" a quem vai enfrentar a pesada lida com o gado no campo e no frio.

Vamos a como fazer:

Tenha uma panela com tampa com um pouco de água fervente.

Umedeça um pouco de farinha de milho moída fino com água fresca. Disponha sobre um pano-de-prato limpo formando uma bola achatada.

Coloque a tampa da panela sobre a massa de farinha de milho umedecida e amarre as pontas do pano por cima de modo que a massa fique por baixo como em um saco.

Agora coloque a tampa na panela. A massa de farinha de milho vai receber o vapor da água fervente e cozinhar. Isso pode demorar meia hora ou mais.

Retire a massa cozida e vc terá o nosso cuzcuz, parecido com uma farofa grossa, a ser servido com qualquer acompanhamento.

Há os que colocam uma porção no prato de sopa e cobrem com leite gordo cozido, temperando com açúcar amarelo.

Outros acompanham linguiças caseiras fritas ou assadas no forninho do fogão de lenha aproveitando o calor restante depois que se apaga o fogo antes de ir dormir.

Tudo regado com um bom café preto ou um camargo, que é o leite da vaca tirado diretamente na caneca onde se têm uma café bem forte.

Meu pai que era da região da Campanha do Rio Grande do Sul fazia, quando éramos crianças, esse cuzcuz de milho. Também encontrei no Nordeste Brasileiro o cuzcuz feito da mesma maneira que a nossa, evidenciando que não é uma comida exclusivamente regional. E, ainda há pouco tempo, encontrava-se à venda as cuzcuzeiras, feitas industrialmente em alumínio, panelas especiais para cozinhar em vapor.

Mas evidentemente o hábito do cuzcuz está se tornando apenas uma curiosidade, substituído pelo pão, comprado na padaria ou no supermercado ou feito em casa, até com máquinas automáticas que obedecem a uma programação feita na véspera e nos acordam com cheirinho de pão fresco em nossa cozinha sem qualquer esforço!

Projeto Turístico Rota dos Tropeiros

Participamos do Projeto do Desenvolvimento Turístico Rota dos Tropeiros das prefeituras dos municípios de Bom Jesus, Cambará do Sul, Jaquirana, São Francisco de Paula, São José dos Ausentes e Vacaria com a coordenção técnica do SEBRAE.

Breve vamos postar matérias sobre este ciclo histórico do Brasil através d qual o Rio Grande do Sul foi integrado à Nacionalidade.

Sopa creme de batatas

Comece com um bom caldo de galinha:
2 coxas e sobre-coxas sem as peles
1 cebola grande. Espete uns cravos-da-índia na cebola
1 nabo
1 alho porro bem lavado. Pode utilizar inclusive as folhas
1 talo de 1 folha de aipo
4 dentes de alho pelados
2 litros de água
Grãos de pimenta-do-reino

Cozinhe tudo na panela de pressão por 40 minutos. Retire as carnes que podem ser aproveitadas em outra preparação. Passe o caldo por uma peneira ou chinois espremendo bem os legumes. Descarte os legumes.

Vamos à sopa.
1 kg de batatas-inglesas descascadas
1/2 litro de creme de leite ou nata-batida
Salsa picadinha
50 g de queijo parmesão ralado

Corrija o tempero do caldo e cozinhe as batatas até bem macias. Se necessário pode acrescentar mais água. Retire e passe no espremedor. Reponha no caldo e aqueça até levantar a fervura. Acrescente o queijo mexendo para que se funda e incorpore.
Acrescente o creme de leite mexendo devagar para homogeneizar.
Corrija novamente o tempero e sirva bem quente com a salsa por cima para decorar.
Acompanha um bom pão fresco ou torradas.